Escritos: 7 de novembro de 2014

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Durante nossa jornada nessa terra Terra, fazemos (somos forçados a tal) várias escolhas importantes. Ou elas nos fazem, depende do ponto de vista. E, como o esperado, há aquela que é a mais importante. Mas para falar da importância, preciso esclarecer que ela é relativa. Então peço que leia esse texto (ou seria um desabafo?) sem levar em conta apenas sua opinião pessoal.

A escolha mais importante em toda essa jornada é a de se tornar o protagonista de sua própria história. Parece óbvio - porque realmente é - mas inconscientemente nos tornamos coadjuvantes num filme que só existe por nossa causa.  Para exemplificar melhor minhas confusas palavras, vou contar a história de alguém que conheço, e esse alguém chama-se Você.

Você é uma pessoa bacana, simpática e bem-sucedida. Mas só acredita nisso porque seu chefe escreveu em um cartão junto com seu presente de aniversário. A propósito, a comemoração foi em uma pizzaria que um amigo recomendou, mesmo Você não gostando muito de pizza. Você não gosta de celulares brancos, mas comprou um porque sua irmã indicou. Também não gosta de ternos cinzas, mas sua mãe insistiu. Cada dia mais, vai se apagando de sua própria história e você nem percebe.

Nós somos as escolhas que fazemos. Devemos fazer as escolhas que nos satisfazem, porque somos os roteiristas, diretores e protagonistas de nossos filmes. Steve Jobs disse uma vez para não passarmos nossas vidas tentando viver a vida dos outros. E eu acrescento que também não devemos deixar os outros viverem as nossas vidas.

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